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	<title>Comentários sobre: Um pedido de perdão para mim mesma</title>
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		<title>Por: Horsa Amadeo</title>
		<link>http://outravia.com.br/blog/2007/05/um-pedido-de-perdao-para-mim-mesma/comment-page-1/#comment-976</link>
		<dc:creator>Horsa Amadeo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Oct 2007 20:50:41 +0000</pubDate>
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		<description>and then i came out, mommy move me down sout. Horsa Amadeo.</description>
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		<title>Por: Serafino Raimondo</title>
		<link>http://outravia.com.br/blog/2007/05/um-pedido-de-perdao-para-mim-mesma/comment-page-1/#comment-977</link>
		<dc:creator>Serafino Raimondo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 19:21:32 +0000</pubDate>
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		<description>and i don&#039;t know, how to make it bette. Serafino Raimondo.</description>
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		<title>Por: Chega de auto-engano &#171;</title>
		<link>http://outravia.com.br/blog/2007/05/um-pedido-de-perdao-para-mim-mesma/comment-page-1/#comment-975</link>
		<dc:creator>Chega de auto-engano &#171;</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Aug 2007 16:30:18 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Sexta-Feira, Agosto 24th, 2007 in Filosofando   Já passa de 12 anos que Marcelo conversa, sem parar, com pessoas de todos os tipos. Faz parte da sua rotina, e além de tudo é algo que lhe dá prazer. Escuta com paciência, anota os trechos mais importantes, espera a deixa correta e fala. Muito, por sinal. Sempre com o mesmo tom de voz, com olhar de amigo, gesticulando de forma animada. Afinal, ele é médico e está lá com os ouvidos atentos e a verve inspirada para ajudar, cuidar. Precisa ser franco o tempo todo, e assim o é com apenas uma exceção. . Um assunto que ele menciona para poucos (&#8221;porque poucos entendem&#8221;, como ele diz), mas que percebe em todos: as pessoas se apegam às suas próprias aflições. E olhe que ele não está falando de doenças ou sintomas físicos, mas de um modo de viver a vida em desarmonia e criar repetidas vezes problemas e inquietudes. Foi isso que ele me mostrou, sobre mim mesmo. . Estava lá na minha ficha, pude conferir, estupefato. Após oito anos de consultas, retornos, abandonos, freqüências e tratamentos, eu voltava ao consultório para repetir as queixas. Uma dor aqui, outra acolá, todas causadas pelo mesmo jeito de viver. Pelo jeito que criei ou, até, pelo jeito que eu sou – e isso é difícil de admitir. . Ao olhar suas anotações, cheias de frases que pontuaram minhas consultas, percebi que não havia remédio que pudesse melhorar minhas dores, a não ser eu mesmo. Mas por quais motivos criara um modus vivendi que me trazia preocupações, dores, ansiedade? Isso veio ao encontro de muitas leituras que fiz para esta reportagem, e a resposta me atingiu em cheio, dando nó nas entranhas. . &#8220;Todos temos uma propensão a nos auto-enganar. Ela reside na capacidade que temos de sentir e de acreditar de boa-fé que somos o que não somos&#8221;, diz Eduardo Gianetti em Auto-engano. Ou, em outras palavras, podemos muitas vezes buscar mudanças e até o autoconhecimento, sem nunca arredar pé da estaca zero. . Conhecer a si mesmo exigiria um pouco de isenção, para não dizer humildade, para ver nossos defeitos. E depois muita vontade para mudá-los. &#8220;Vontade para viver bem&#8221;, como disse o médico Marcelo Jovchelevich. . Nesse momento, lembrei-me da teoria de uma pessoa que considero de bem com a vida, o precursor da ioga no Brasil, professor Hermógenes, que inventou o termo &#8220;egoesclerose&#8221;. Dessa forma ele classifica como &#8220;iludidas&#8221; as pessoas que se vêem muito acima do que são. . E isso é preciso ser dito, caro leitor. Se você vai pesquisar a si mesmo, pode ser que se dê conta de comportamentos e vícios emocionais que não lhe agradem. Eu com certeza não gostei de muitos insights que tive durante a pesquisa desse assunto. Tanta coisa nada bacana em mim, bem diferente do que eu projetava no espelho, do que via de cima do pedestal. A boa nova lhe falo pessoalmente, sem recorrer a experts: tropeçar nesses entraves me trouxe mais para o chão, e a vida ficou mais real. . Com muito mais poesia e sabedoria, o filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900) deixou registrado, em seu clássico Além do Bem e do Mal, um consolo para esses momentos de descoberta: &#8220;Quando a alma jovem, martirizada por puras desilusões, finalmente se volta desconfiada sobre si mesma (&#8230;), como se enraivece então, como se vinga por sua demorada auto-obcecação, com se ela tivesse sido uma cegueira voluntária! (&#8230;) Nessa transição (&#8230;) compreendemos que tudo isso era ainda juventude!&#8221; Ou seja, muita calma nessa hora! A palavra maturidade, não importa o número de velinhas que sopre em seu aniversário, ajuda na exploração interior. . &#8220;Identificar quais emoções tentamos esconder por trás das máscaras, como vergonha, medo, orgulho, é o primeiro passo&#8221;, diz Maria das Graças. &#8220;Quando descobrir algo, trabalhe a questão sem pressa. Não se trata de passar de ano, é seu processo de reforma, de encontro. Faça no seu ritmo&#8221;, orienta a psicóloga. . trecho de &#8220;Afinal, quem é você?&#8221;, texto publicado na revista Vida Simples. colaboração: Judith Almeida . Fonte PavaBlog . Este texto me lembrou uma música da Alanis Morissette &#8220;excuses&#8221; veja o vídeo-tradução [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Sexta-Feira, Agosto 24th, 2007 in Filosofando   Já passa de 12 anos que Marcelo conversa, sem parar, com pessoas de todos os tipos. Faz parte da sua rotina, e além de tudo é algo que lhe dá prazer. Escuta com paciência, anota os trechos mais importantes, espera a deixa correta e fala. Muito, por sinal. Sempre com o mesmo tom de voz, com olhar de amigo, gesticulando de forma animada. Afinal, ele é médico e está lá com os ouvidos atentos e a verve inspirada para ajudar, cuidar. Precisa ser franco o tempo todo, e assim o é com apenas uma exceção. . Um assunto que ele menciona para poucos (&#8221;porque poucos entendem&#8221;, como ele diz), mas que percebe em todos: as pessoas se apegam às suas próprias aflições. E olhe que ele não está falando de doenças ou sintomas físicos, mas de um modo de viver a vida em desarmonia e criar repetidas vezes problemas e inquietudes. Foi isso que ele me mostrou, sobre mim mesmo. . Estava lá na minha ficha, pude conferir, estupefato. Após oito anos de consultas, retornos, abandonos, freqüências e tratamentos, eu voltava ao consultório para repetir as queixas. Uma dor aqui, outra acolá, todas causadas pelo mesmo jeito de viver. Pelo jeito que criei ou, até, pelo jeito que eu sou – e isso é difícil de admitir. . Ao olhar suas anotações, cheias de frases que pontuaram minhas consultas, percebi que não havia remédio que pudesse melhorar minhas dores, a não ser eu mesmo. Mas por quais motivos criara um modus vivendi que me trazia preocupações, dores, ansiedade? Isso veio ao encontro de muitas leituras que fiz para esta reportagem, e a resposta me atingiu em cheio, dando nó nas entranhas. . &#8220;Todos temos uma propensão a nos auto-enganar. Ela reside na capacidade que temos de sentir e de acreditar de boa-fé que somos o que não somos&#8221;, diz Eduardo Gianetti em Auto-engano. Ou, em outras palavras, podemos muitas vezes buscar mudanças e até o autoconhecimento, sem nunca arredar pé da estaca zero. . Conhecer a si mesmo exigiria um pouco de isenção, para não dizer humildade, para ver nossos defeitos. E depois muita vontade para mudá-los. &#8220;Vontade para viver bem&#8221;, como disse o médico Marcelo Jovchelevich. . Nesse momento, lembrei-me da teoria de uma pessoa que considero de bem com a vida, o precursor da ioga no Brasil, professor Hermógenes, que inventou o termo &#8220;egoesclerose&#8221;. Dessa forma ele classifica como &#8220;iludidas&#8221; as pessoas que se vêem muito acima do que são. . E isso é preciso ser dito, caro leitor. Se você vai pesquisar a si mesmo, pode ser que se dê conta de comportamentos e vícios emocionais que não lhe agradem. Eu com certeza não gostei de muitos insights que tive durante a pesquisa desse assunto. Tanta coisa nada bacana em mim, bem diferente do que eu projetava no espelho, do que via de cima do pedestal. A boa nova lhe falo pessoalmente, sem recorrer a experts: tropeçar nesses entraves me trouxe mais para o chão, e a vida ficou mais real. . Com muito mais poesia e sabedoria, o filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900) deixou registrado, em seu clássico Além do Bem e do Mal, um consolo para esses momentos de descoberta: &#8220;Quando a alma jovem, martirizada por puras desilusões, finalmente se volta desconfiada sobre si mesma (&#8230;), como se enraivece então, como se vinga por sua demorada auto-obcecação, com se ela tivesse sido uma cegueira voluntária! (&#8230;) Nessa transição (&#8230;) compreendemos que tudo isso era ainda juventude!&#8221; Ou seja, muita calma nessa hora! A palavra maturidade, não importa o número de velinhas que sopre em seu aniversário, ajuda na exploração interior. . &#8220;Identificar quais emoções tentamos esconder por trás das máscaras, como vergonha, medo, orgulho, é o primeiro passo&#8221;, diz Maria das Graças. &#8220;Quando descobrir algo, trabalhe a questão sem pressa. Não se trata de passar de ano, é seu processo de reforma, de encontro. Faça no seu ritmo&#8221;, orienta a psicóloga. . trecho de &#8220;Afinal, quem é você?&#8221;, texto publicado na revista Vida Simples. colaboração: Judith Almeida . Fonte PavaBlog . Este texto me lembrou uma música da Alanis Morissette &#8220;excuses&#8221; veja o vídeo-tradução [...]</p>
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