O Escafandro e a Borboleta by U2

“Oh, doçura
Não chore
Oh, criança
Enxugue as lágrimas de seu olhos
Você sabe que eu preciso que você seja forte
E o dia é tão escuro quanto a noite é longa
Me sinto como lixo
Você me faz sentir limpo
Eu estou no escuro
Não posso ver ou ser visto”

Palavras do U2 em Ultraviolet (Light My Way).

Vídeo legendado com direito a piadinha com o Bush :)

Tradução : Rodrigo Galeote

Esta música faz parte da trilha sonora do filme “O Escafandro e a Borboleta” e é perfeita para o que o personagem principal  quer dizer aos seus filhos, depois do derrame que o deixou preso em seu próprio corpo, com apenas um olho para se comunicar com o mundo. O filme é um primor de experimentação fotográfica (angustiante no início, mas só no inicio), com toques de humor e uma história que nos faz refletir no amor, na dignidade humana, no valor dos filhos etc. Vale a pena cada minuto assistido.

Trailer com legenda

Plataforma… Vida inteligente na musica cristã brasileira

Parafraseando o “Altas Horas”, Esta ai um site que merece ser visitado, mesmo que você não seja da tribo cristã…, muita coisa boa nesta revista musical. Recomendadíssimo, clique no banner

Segue um press release do Plataforma para aguçar sua curiosidade

A espera na estação pela composição que tarda sugere a metáfora que compõe a idéia central do programa. A experiência da demora é sublimada pela possibilidade de vislumbre do universo a pulsar pelas idas e vindas das várias histórias que perpassam a “Plataformaâ€. Em comum, a espera pelo trem onde o belo é expresso pela multiforme possibilidade de experimentar tal espera. Histórias diversas, contextos variados que, quando entrelaçados, dão conta de nutrir de forma rica e profunda o momento de expectação.

Seguindo a proposta da arte como forma de expressão de diversas representações da realidade o programa “Plataforma†busca, na interposição de música, literatura e artes plásticas, uma abordagem da multi-temática forma cotidiana da vida humana. Apostando, principalmente, no diálogo entre novas e já consolidadas mídias, o programa visa, entre outras coisas, proporcionar o contato com uma dimensão mais profunda da existência. Sendo assim, o cuidado com o conteúdo apresentado e com a linguagem estética, quer seja na concepção quer seja na logística necessária para a produção, são focos de profunda consideração.

Trata-se de um programa semanal de música com duração de cinco minutos. O músico abre o programa dando uma pequena entrevista, abordando temas relacionados ao seu trabalho e à música que irá apresentar, logo em seguida, apresenta, ao vivo, a canção que intitula o programa.

Tudo O que Eu Sempre Sonhei

Mais bobagem, quanta amargura,
Eu já sei que a vida é dura, agora é pura questão de
se acostumar,
Basta ter coragem e finura,
E o jogo de cintura, aprendi do dia-a-dia, bar em
bar…

Pullovers -- Tudo o que sempre sonhei

Pra que reclamar se tem conhaque?
Se na tevê tem um craque, e o meu timão só entra pra
ganhar…
Pra que imitar Chico Buarque?
Pra que querer ser um mártir, se faz parte do momento
se entregar…

Fonte: Musica de Bolso

Invista no futuro!

Ahh Mariana

É bom ter opções

Você canta no chuveiro ?

Tu tu tu tarutu tururutu tarutu…

Ótima idéia para fazer com a sobrinha…

A letra não tem nada a ver…, mas a harmonia… perfeita!

Kate Nash -- Merry Happy

O fim da GM, por Michael Moore

michaelll

Leia estes  3 parágrafos… acho que vai convence-lo a ler o resto…

Cem anos atrás, os fundadores da General Motors convenceram o mundo a desistir dos cavalos e carroças por uma nova forma de locomoção. Agora é hora de dizermos adeus ao motor a combustão. Parece que ele nos serviu bem durante algum tempo. Nós aproveitamos restaurantes drive-thru. Nós fizemos sexo no banco da frente – e no de trás também. Nós assistimos filmes em cinemas drive-in, fomos à corridas de Nascar ao redor do país e vimos o Oceano Pacífico pela primeira vez através da janela de um carro na Highway 1. E agora isso chegou ao fim. É um novo dia e um novo século. O Presidente – e os sindicatos dos trabalhadores da indústria automobilística – devem aproveitar esse momento para fazer uma bela limonada com este limão amargo e triste.

Ontem, a último sobrevivente do Titanic morreu. Ela escapou da morte certa naquela noite e viveu por mais 97 anos.

Nós podemos sobreviver ao nosso Titanic em todas as “Flint – Michigans†deste país. 60% da General Motors é nossa. E eu acho que nós podemos fazer um trabalho melhor.

Aqui começa o texto

Escrevo na manhã que marca o fim da toda-poderosa General Motors. Quando chegar a noite, o Presidente dos Estados Unidos terá oficializado o ato: a General Motors, como conhecemos, terá chegado ao fim.
Estou sentado aqui na cidade natal da GM, em Flint, Michigan, rodeado por amigos e familiares cheios de ansiedade a respeito do futuro da GM e da cidade. 40% das casas e estabelecimentos comerciais estão abandonados por aqui. Imagine o que seria se você vivesse em uma cidade onde uma a cada duas casas estão vazias. Como você se sentiria?

É com triste ironia que a empresa que inventou a “obsolescência programada†– a decisão de construir carros que se destroem em poucos anos, assim o consumidor tem que comprar outro – tenha se tornado ela mesma obsoleta. Ela se recusou a construir os carros que o público queria, com baixo consumo de combustível, confortáveis e seguros. Ah, e que não caíssem aos pedaços depois de dois anos. A GM lutou aguerridamente contra todas as formas de regulação ambiental e de segurança. Seus executivos arrogantemente ignoraram os “inferiores†carros japoneses e alemães, carros que poderiam se tornar um padrão para os compradores de automóveis. A GM ainda lutou contra o trabalho sindicalizado, demitindo milhares de empregados apenas para “melhorar†sua produtividade a curto prazo.

No começo da década de 80, quando a GM estava obtendo lucros recordes, milhares de postos de trabalho foram movidos para o México e outros países, destruindo as vidas de dezenas de milhares de trabalhadores americanos. A estupidez dessa política foi que, ao eliminar a renda de tantas famílias americanas, eles eliminaram também uma parte dos compradores de carros. A História irá registrar esse momento da mesma maneira que registrou a Linha Maginot francesa, ou o envenenamento do sistema de abastecimento de água dos antigos romanos, que colocaram chumbo em seus aquedutos.

Pois estamos aqui no leito de morte da General Motors. O corpo ainda não está frio e eu (ouso dizer) estou adorando. Não se trata do prazer da vingança contra uma corporação que destruiu a minha cidade natal, trazendo miséria, desestruturação familiar, debilitação física e mental, alcoolismo e dependência por drogas para as pessoas que cresceram junto comigo. Também não sinto prazer sabendo que mais de 21 mil trabalhadores da GM serão informados que eles também perderam o emprego.

Mas você, eu e o resto dos EUA somos donos de uma montadora de carros! Eu sei, eu sei – quem no planeta Terra quer ser dono de uma empresa de carros? Quem entre nós quer ver 50 bilhões de dólares de impostos jogados no ralo para tentar salvar a GM? Vamos ser claros a respeito disso: a única forma de salvar a GM é matar a GM. Salvar a preciosa infra-estrutura industrial, no entanto, é outra conversa e deve ser prioridade máxima.

Se permitirmos o fechamento das fábricas, perceberemos que elas poderiam ter sido responsáveis pela construção dos sistemas de energia alternativos que hoje tanto precisamos. E quando nos dermos conta que a melhor forma de nos transportarmos é sobre bondes, trens-bala e ônibus limpos, como faremos para reconstruir essa infra-estrutura se deixamos morrer toda a nossa capacidade industrial e a mão-de-obra especializada?

Já que a GM será “reorganizada†pelo governo federal e pela corte de falências, aqui vai uma sugestão ao Presidente Obama, para o bem dos trabalhadores, da GM, das comunidades e da nação. 20 anos atrás eu fiz o filme “Roger & Euâ€, onde tentava alertar as pessoas sobre o futuro da GM. Se as estruturas de poder e os comentaristas políticos tivessem ouvido, talvez boa parte do que está acontecendo agora pudesse ter sido evitada. Baseado nesse histórico, solicito que a seguinte ideia seja considerada:

1. Assim como o Presidente Roosevelt fez depois do ataque a Pearl Harbor, o Presidente (Obama) deve dizer à nação que estamos em guerra e que devemos imediatamente converter nossas fábricas de carros em indústrias de transporte coletivo e veículos que usem energia alternativa. Em 1942, depois de alguns meses, a GM interrompeu sua produção de automóveis e adaptou suas linhas de montagem para construir aviões, tanques e metralhadoras. Esta conversão não levou muito tempo. Todos apoiaram. E os nazistas foram derrotados.

Estamos agora em um tipo diferente de guerra – uma guerra que nós travamos contra o ecossistema, conduzida pelos nossos líderes corporativos. Essa guerra tem duas frentes. Uma está em Detroit. Os produtos das fábricas da GM, Ford e Chrysler constituem hoje verdadeiras armas de destruição em massa, responsáveis pelas mudanças climáticas e pelo derretimento da calota polar.

As coisas que chamamos de “carros†podem ser divertidas de dirigir, mas se assemelham a adagas espetadas no coração da Mãe Natureza. Continuar a construir essas “coisas†irá levar à ruína a nossa espécie e boa parte do planeta.

A outra frente desta guerra está sendo bancada pela indústria do petróleo contra você e eu. Eles estão comprometidos a extrair todo o petróleo localizado debaixo da terra. Eles sabem que estão “chupando até o caroçoâ€. E como os madeireiros que ficaram milionários no começo do século 20, eles não estão nem aí para as futuras gerações.

Os barões do petróleo não estão contando ao público o que sabem ser verdade: que temos apenas mais algumas décadas de petróleo no planeta. À medida que esse dia se aproxima, é bom estar preparado para o surgimento de pessoas dispostas a matar e serem mortas por um litro de gasolina.
Agora que o Presidente Obama tem o controle da GM, deve imediatamente converter suas fábricas para novos e necessários usos.

2. Não coloque mais US$30 bilhões nos cofres da GM para que ela continue a fabricar carros. Em vez disso, use este dinheiro para manter a força de trabalho empregada, assim eles poderão começar a construir os meios de transporte do século XXI.

3. Anuncie que teremos trens-bala cruzando o país em cinco anos. O Japão está celebrando o 45o aniversário do seu primeiro trem bala este ano. Agora eles já têm dezenas. A velocidade média: 265km/h. Média de atrasos nos trens: 30 segundos. Eles já têm esses trens há quase 5 décadas e nós não temos sequer um! O fato de já existir tecnologia capaz de nos transportar de Nova Iorque até Los Angeles em 17 horas de trem e que esta tecnologia não tenha sido usada é algo criminoso. Vamos contratar os desempregados para construir linhas de trem por todo o país. De Chicago até Detroit em menos de 2 horas. De Miami a Washington em menos de 7 horas. Denver a Dallas em 5h30. Isso pode ser feito agora.

4. Comece um programa para instalar linhas de bondes (veículos leves sobre trilhos) em todas as nossas cidades de tamanho médio. Construa esses trens nas fábricas da GM. E contrate mão-de-obra local para instalar e manter esse sistema funcionando.

5. Para as pessoas nas áreas rurais não servidas pelas linhas de bonde, faça com que as fábricas da GM construam ônibus energeticamente eficientes e limpos.

6. Por enquanto, algumas destas fábricas podem produzir carros híbridos ou elétricos (e suas baterias). Levará algum tempo para que as pessoas se acostumem às novas formas de se transportar, então se ainda teremos automóveis, que eles sejam melhores do que os atuais. Podemos começar a construir tudo isso nos próximos meses (não acredite em quem lhe disser que a adaptação das fábricas levará alguns anos – isso não é verdade)

7. Transforme algumas das fábricas abandonadas da GM em espaços para moinhos de vento, painéis solares e outras formas de energia alternativa. Precisamos de milhares de painéis solares imediatamente. E temos mão-de-obra capacitada a construí-los.

8. Dê incentivos fiscais àqueles que usem carros híbridos, ônibus ou trens. Também incentive os que convertem suas casas para usar energia alternativa.

9. Para ajudar a financiar este projeto, coloque US$ 2,00 de imposto em cada galão de gasolina. Isso irá fazer com que mais e mais pessoas convertam seus carros para modelos mais econômicos ou passem a usar as novas linhas de bondes que os antigos fabricantes de automóveis irão construir.
Bom, esse é um começo. Mas por favor, não salve a General Motors, já que uma versão reduzida da companhia não fará nada a não ser construir mais Chevys ou Cadillacs. Isso não é uma solução de longo prazo.

Cem anos atrás, os fundadores da General Motors convenceram o mundo a desistir dos cavalos e carroças por uma nova forma de locomoção. Agora é hora de dizermos adeus ao motor a combustão. Parece que ele nos serviu bem durante algum tempo. Nós aproveitamos restaurantes drive-thru. Nós fizemos sexo no banco da frente – e no de trás também. Nós assistimos filmes em cinemas drive-in, fomos à corridas de Nascar ao redor do país e vimos o Oceano Pacífico pela primeira vez através da janela de um carro na Highway 1. E agora isso chegou ao fim. É um novo dia e um novo século. O Presidente – e os sindicatos dos trabalhadores da indústria automobilística – devem aproveitar esse momento para fazer uma bela limonada com este limão amargo e triste.

Ontem, a último sobrevivente do Titanic morreu. Ela escapou da morte certa naquela noite e viveu por mais 97 anos.

Nós podemos sobreviver ao nosso Titanic em todas as “Flint – Michigans†deste país. 60% da General Motors é nossa. E eu acho que nós podemos fazer um trabalho melhor.

Eldar

eldar

Se você é daqueles que pensa que música instrumental só serve para música de fundo… quem sabe não mude seu conceito com Eldar, pianista de 20 anos!!! Isto mesmo. Um jazz bem contemporâneo e com pitadas eletrônicas bem discretas. Todas estas músicas são do seu último e elogiadíssimo trabalho re-imagination

I Remember When

Prairie Village

Dream Song Mais calminha…

Segue em vídeo a “I remember when” ele começa a tocar com 1:11… tenha paciência rs

Fé demais não cheira bem

Não, este post não é sobre o o filme de 92 com o ator Steve Martin… e sim sobre uma música maravilhosa do John Mayer sobre os efeitos maléficos de acreditar muito em algo a ponto de fazer mal a outros que não creem da mesma forma que você

Afinal de contas…

“O que pôe 100 mil crianças na areia?
A fé consegue.
A fé consegue.
O que pôe uma bandeira dobrada nas mãos de sua mãe?
A fé consegue.
A fé consegue.”

Belief John Mayer (legendado)

Mais músicas “não românticas” do Mayer?? Clique aqui

Uma versão mais “estúdio”

Deus… onde você estava??

The Fray -- You Found Me

Será que Deus esta meio Lost ?? Não resisti ao trocadilho :P

Mais músicas com o tema Deus, ou algo parecido com isso ?? Clique aqui ou passeie pela tag Deus, na nuvem.

A visão dos estudantes gringos

Uma idéia muito legal, barata e impactante

Quero fazer isto com universítarios brasileiros… vamos ver…

Musica bem legal tbm…

Foda é transar na rede

João Moreira Salles peitando Jack Bauer

24horas

João Moreira Salles falando da relação da série 24 horas e a tortura no Iraque

Interessante é que na temporada atual da série, o personagem tem sido questionado pelo governo sobre seus métodos.