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laughing with (tradução) regina spektorComposição: Regina Spektor Ninguém ri de Deus em um hospital Ninguém ri de Deus quando o médico liga depois de alguns exames rotineiros Ninguém ri de Deus quando a polícia bate à sua porta Mas Deus pode ser engraçado Deus pode ser engraçado Ninguém ri de Deus em um hospital Ninguém ri de Deus no dia em que percebe que sua última visão será um par odioso de olhos. Mas Deus pode ser engraçado Deus pode ser engraçado Ninguém ri de Deus em um hospital Ninguém está rindo de Deus quando está morrendo de fome, congelando ou muito pobre. Ninguém está rindo de Deus Veja uma apresentação ao vivo
Mais de Regina Spektor? Clique aqui Outra musica estranha sobre Deus? Clique aqui Parafraseando o “Altas Horas”, Esta ai um site que merece ser visitado, mesmo que você não seja da tribo cristã…, muita coisa boa nesta revista musical. Recomendadíssimo, clique no banner Segue um press release do Plataforma para aguçar sua curiosidade A espera na estação pela composição que tarda sugere a metáfora que compõe a idéia central do programa. A experiência da demora é sublimada pela possibilidade de vislumbre do universo a pulsar pelas idas e vindas das várias histórias que perpassam a “Plataforma”. Em comum, a espera pelo trem onde o belo é expresso pela multiforme possibilidade de experimentar tal espera. Histórias diversas, contextos variados que, quando entrelaçados, dão conta de nutrir de forma rica e profunda o momento de expectação. Seguindo a proposta da arte como forma de expressão de diversas representações da realidade o programa “Plataforma” busca, na interposição de música, literatura e artes plásticas, uma abordagem da multi-temática forma cotidiana da vida humana. Apostando, principalmente, no diálogo entre novas e já consolidadas mídias, o programa visa, entre outras coisas, proporcionar o contato com uma dimensão mais profunda da existência. Sendo assim, o cuidado com o conteúdo apresentado e com a linguagem estética, quer seja na concepção quer seja na logística necessária para a produção, são focos de profunda consideração. Trata-se de um programa semanal de música com duração de cinco minutos. O músico abre o programa dando uma pequena entrevista, abordando temas relacionados ao seu trabalho e à música que irá apresentar, logo em seguida, apresenta, ao vivo, a canção que intitula o programa. The Fray -- You Found Me
Será que Deus esta meio Lost ?? Não resisti ao trocadilho Mais músicas com o tema Deus, ou algo parecido com isso ?? Clique aqui ou passeie pela tag Deus, na nuvem. Estou fodidamente esfomeado por amor Todas as vezes que tive que ceder Não tenho a quem rezar, pedindo luz
O que se segue demonstrará que a graça é um fenômeno comum e, até certo ponto, previsível. No entanto, dentro da estrutura conceitual da ciência convencional e da “lei natural”, a realidade da graça continuará a ser inexplicável. Permanecerá miraculosa e surpreendente.
. Saúde Mental . Há vários aspectos da prática da psiquiatria que nunca param de me surpreender, assim como a muitos outros psiquiatras. Um deles é o fato de que nossos pacientes são surpreendentemente saudáveis mentalmente. …o que não sabemos é por que a neurose não é mais grave – por que um paciente ligeiramente neurótico não é gravemente neurótico, ou por que um paciente gravemente neurótico não é totalmente psicótico. Inevitavelmente encontramos um paciente que sofreu determinados traumas que produziram uma neurose, mas esses traumas são tão intensos que, no curso normal das coisas, a neurose deveria ser mais grave. . Um bem-sucedido homem de negócios de 35 anos procurou me devido a uma neurose que só poderia ser descrita como leve. Ele era filho ilegítimo e, no início da infância, foi criado apenas pela mãe, surda-muda, nas favelas de Chicago. Quando tinha cinco anos, o Estado, acreditando que sua mãe não teria competência para criá-lo, tirou-o dela sem aviso ou explicações, colocando-o em uma sucessão de três lares adotivos, onde foi rotineiramente tratado de modo indigno e com uma total falta de atenção. Aos quinze anos, ficou parcialmente paralítico devido à ruptura de um aneurisma congênito em um dos vasos sangüíneos do cérebro. Aos dezesseis, deixou seus últimos pais adotivos e começou a viversozinho. Aos dezessete, previsivelmente, foi preso por um assalto particularmente cruel e sem motivo. Não recebeu nenhum tratamento psicológico na prisão. . Ao ser liberado, após seis meses de tedioso confinemento, as autoridades lhe arranjaram um emprego como funcionário subalterno em uma empresa bastante comum. Nenhum psiquiatra ou assistente social no mundo teria previsto algo de bom para seu futuro. Contudo, em três anos, tornou-se o mais jovem chefe de departamento na história da empresa. Em cinco anos, depois de se casar com outra executiva, deixou o emprego, abriu seu próprio negócio e teve sucesso, tornando-se um homem relativamente rico. Quando começou a se tratar comigo, tornara-se, além disso, um pai amoroso e eficaz, um intelectual autodidata, um líder comunitário e um perfeito artista. Como, quando, por que e onde isso tudo aconteceu? Dentro dos conceitos comuns de causalidade, não sei. Juntos pudemos traçar com exatidão, dentro da estrutura usual de causa e efeito, os determinantes de sua leve neurose, e curá-lo. Mas não conseguimos nem de longe determinar as origens do seu sucesso imprevisível. . Esse caso foi citado exatamente pela dramaticidade dos seus traumas observáveis e pela obviedade das circunstâncias do seu sucesso. Na grande maioria dos casos, os traumas da infância são bem mais sutis (embora em geral igualmente devastadores) e a evidência da saúde menos simples, mas o padrão é basicamente o mesmo. Por exemplo, é raro vermos pacientes que não sejam mais saudáveis mentalmente do que seus pais. Sabemos muito bem por que as pessoas têm desordens mentais. O que não sabemos é por que elas sobrevivem tão bem aos traumas de suas vidas. Sabemos exatamente por que algumas delas cometem suicídio. O que não sabemos, dentro dos conceitos comuns de causalidade, é por que outras não. Tudo que podemos dizer é que há uma força, cujo mecanismo não entendemos totalmente, que parece operar rotineiramente na maioria das pessoas protegendo-as e cuidando da sua saúde mental, mesmo sob as condições mais adversas. . Saúde Física . Sabemos muito mais sobre as causas das doenças físicas do que sobre as da saúde física. Por exemplo, pergunte a qualquer médico o que causa a meningite meningocócica e a resposta imediata será: “O meningococo, é claro.” Contudo, há um problema. Se neste inverno eu coletasse material diariamente nas gargantas dos habitantes do vilarejo onde moro, descobriria que essa bactéria está presente em aproximadamente nove entre dez deles. Mas há muitos anos não é registrado nenhum caso de meningite meningocócica aqui, e provavelmente não haverá nenhum neste inverno. O que está acontecendo? A meningite meningocócica é uma doença relativamente rara, mas seu agente causador é bastante comum. Os médicos usam o conceito de resistência para explicar esse fenômeno, afirmando que o corpo possui uma série de defesas que impedem a invasão de suas cavidades pelo meningococo, assim como por vários outros organismos nocivos onipresentes. Sem dúvida isso é verdade; de fato sabemos muito sobre essas defesas e de como elas operam. Mas grandes questões continuam sem resposta. Enquanto algumas das pessoas deste país que morrerão de meningite meningocócica neste inverno estarão debilitadas ou terão uma história de baixa resistência, a maioria delas será de indivíduos anteriormente saudáveis sem deficiências conhecidas em seu sistemas imunológicos. Em certo nível, poderemos dizer com certeza que o meningococo foi a causa da sua morte, mas isto é claramente superficial. Em um nível mais profundo, não saberemos por que morreram. O máximo que poderemos dizer é que as forças que costumam proteger nossas vidas por alguma razão deixaram de operar nelas. . Embora o conceito de resistência comumente seja aplicado às doenças infecciosas, como a meningite, de certo modo também pode ser aplicado a todas as doenças físicas; entretanto, no caso das doenças não-infecciosas, não sabemos quase nada sobre como a resistência funciona. Um indivíduo pode sofrer um único ataque relativamente leve de colite ulcerativa – uma desordem geralmente considerada psicossomática -, recuperar-se totalmente e nunca mais ter esse problema na vida. Outro pode sofrer repetidos ataques e se tornar cronicamente inválido devido à doença. Um terceiro pode manifestar a doença repentinamente e morrer do primeiro ataque. A moléstia parece ser a mesma, mas o resultado é totalmente diferente. Por quê? Não sabemos. Só podemos dizer que indivíduos com um certo padrão de personalidade parecem ter diferentes tipos de dificuldades para resistir à desordem, enquanto a grande maioria de nós não tem dificuldade alguma. Como isso pode acontecer? Também não sabemos. Essas perguntas podem ser feitas sobre quase todas as doenças, inclusive as mais comuns, como ataques cardíacos, derrames, cânceres, úlceras pépticas e outras. Um número crescente de pensadores está começando a sugerir que quase todas as desordens são psicossomáticas – que a psique está de algum modo envolvida nas várias falhas do sistema imunológico. Mas o fato surpreendente não é que o sistema imunológico falhe, mas sim que ele funcione tão bem. No curso normal das coisas deveríamos ser devorados vivos pelas bactérias, consumidos pelo câncer, entupidos por gorduras e coágulos, corroídos por ácidos. Adoecer e morrer não é surpresa; o que é realmente digno de nota é que em geral não adoecemos com muita freqüência e demoramos a morrer. Portanto, podemos dizer sobre as desordens físicas o mesmo que dissemos sobre as desordens mentais. Há uma força, cujo mecanismo não entendemos bem, que parece operar rotineiramente na maioria das pessoas protegendo-as e cuidando da sua saúde física, mesmo sob as condições mais adversas. . Saude em acidentes? . A questão dos acidentes levanta questionamentos ainda mais interessantes. Muitos médicos e a maioria dos psiquiatras tiveram a experiência de encarar o fenômeno da tendência a acidentes. Entre os muitos exemplos em minha carreira o mais dramático foi o de um garoto de quatorze anos que fui ver como parte de sua admissão em um centro de tratamento residencial para jovens delinqüentes. Sua mãe morrera em novembro do seu oitavo ano. Em novembro do seu nono ano, ele caiu de uma escada e fraturou o úmero (braço). Em novembro do seu décimo ano, acidentou-se em uma bicicleta e teve uma fratura de crânio e uma concussão grave. Em novembro do seu décimo primeiro ano, caiu de uma clarabóia e fraturou o quadril. Em novembro do seu décimo segundo ano, caiu do skate e fraturou o pulso. Em novembro do seu décimo terceiro ano, foi atropelado por um carro e fraturou a bacia. Ninguém duvidaria de que ele realmente tinha uma tendência a acidentes, nem das razões disso. Mas como os acidentes aconteciam? O garoto não se machucava propositadamente. Tampouco tinha consciência da sua tristeza pela morte da mãe. Ele me disse calmamente que “se esquecera totalmente dela”. Para começar a entender como esses acidentes aconteciam, acho que precisamos aplicar o conceito de resistência ao fenômeno dos acidentes, assim como ao fenômeno da doença – pensar em termos de resistência a acidentes assim como em tendência a acidentes. Não é que certas pessoas em determinados momentos de suas vidas simplesmente tendam a se acidentar; ocorre também que, normalmente, a maioria de nós tem resistência a acidentes. . Em um dia de inverno, quando eu tinha nove anos e carrega, vã meus livros escolares por uma rua cheia de neve, escorreguei e caí. Um carro que se aproximava rapidamente freou e parou. Minha cabeça ficou na mesma altura dos pára-lamas dianteiros, e meti corpo embaixo do carro. Saí de baixo do carro e corri para casa em pânico, mas ileso. Esse acidente em si não parece tão notável; pode-se simplesmente dizer que tive sorte. Mas consideremos todas as vezes em que por pouco não fui atingido por carros enquanto caminhava, andava de bicicleta ou dirigia; as vezes em que, na direção de um carro, quase atropelei pedestres ou ciclistas no escuro; nos momentos em que pisei no freio e parei a centímetros de outro veículo; quando, ao esquiar, por um triz não bati em árvores; as vezes em que quase despenquei de janelas ou quando um bastão de golfe quase acertou minha cabeça, e assim por diante. O que é isso? Será que levo uma “vida encantada”? Se os leitores examinarem suas próprias vidas, creio que a maioria acabará descobrindo que o número de acidentes que quase aconteceram com eles é maior do que o dos que realmente aconteceram. Além disso, acredito que os leitores reconhecerão que seus padrões de sobrevivência – de resistência a acidentes – não resultam de um processo decisório consciente. Será que a maioria de nós leva “vidas encantadas”? Será verdade o verso da canção “Foi a graça que me trouxe em segurança até aqui”? . Alguns podem achar que não ha nada de excitante nisso tudo, que todas as coisas sobre as quais estivemos falando são apenas manifestações do instinto de sobrevivência. Mas dar nome a alguma coisa explica o que ela é? O faio de termos um instinto de sobrevivência parece banal porque nós o chamamos de instinto? Nosso entendimento das origens e dos mecanismos instintivos é, na melhor das hipóteses, minúsculo. Na verdade, a questão dos acidentes sugere que nossa tendência a sobreviver pode ser algo além e até mesmo mais miraculoso do que um instinto – um fenômeno em si já bastante miraculoso. Embora não entendamos quase nada sobre os instintos, realmente os concebemos operando dentro dos limites do indivíduo que os possui. Podemos imaginar a resistência às desordens mentais ou físicas na mente consciente ou nos processos físicos do indivíduo. Contudo, os acidentes envolvem interações entre indivíduos, ou entre indivíduos e coisas inanimadas. As rodas daquele carro não passaram por cima de mim quando eu tinha nove anos devido ao meu instinto de sobrevivência, ou por que o motorista tinha uma resistência instintiva a me matar? Talvez tenhamos um instinto que preservei não apenas as nossas próprias vidas, mas também a vida dos outros . Embora eu não tenha experimentado isso pessoalmente, tive vários amigos que testemunharam acidentes em que as “vítimas” se arrastaram praticamente intactas para fora de veículos total, mente destruídos. A reação deles foi de pura estupefação. “Não entendo como alguém poderia ter sobrevivido a um acidente desses, muito menos sem nenhum ferimento grave!”, dizem. Como podemos explicar isso? Puro acaso? Esses amigos, que não são pessoas religiosas, ficaram impressionados exatamente porque o acaso não parecia estar envolvido nesses incidentes. “Ninguém poderia ter sobrevivido”, garantem. Embora não sejam religiosos, e nem mesmo tenham refletido sobre o que diziam ao tentar digerir essas experiências, meus amigos fizeram comentários como: “Bem, acho que Deus ama os bêbados” ou “Acho que ainda não era sua hora”. O leitor pode escolher entre considerar o mistério desses incidentes “puro acaso” ou um “capricho do destino”, e assim evitar maiores reflexões. Mas um exame mais atento revela que nosso conceito de instinto não consegue explicá-los satisfatoriamente. Um veículo motorizado inanimado possui um instinto de se deformar no instante do impacto para preservar os contornos do corpo humano preso em seu interior? Ou o ser humano possui um instinto de, no momento da colisão, adaptar seus contornos ao padrão do veículo deformado? Essas perguntas parecem intrinsecamente absurdas. Embora eu prefira continuar explorando a possibilidade de explicar esses incidentes, está claro que nosso conceito tradicional de instinto não me será muito útil. Talvez o conceito de sincronicidade seja mais… . Trecho retirado do livro “A trilha menos percorrida” de M. Scott Peck . Veja também A Graça falando no programa do Jô
Yahweh “How to Dismantle an Atomic Bomb(2004)”
Yawehcomlegenda Enviado por neo465. -- Videos de musica, clipes, entrevista das artistas, shows e muito mais.
“Ninguém acende uma candeia e a coloca em lugar onde fique escondida ou debaixo de uma vasilha. Pelo contrário, coloca-a no lugar apropriado, para que os que entram possam ver a luz.” Lucas 11:33 Veja também os dois vídeos abaixo, com várias outras referências
“Então, por que você não quer defender o Cristianismo?
. - perguntou ele, confuso. Eu disse a ele que já não sabia o que o termo significava. Das centenas de milhares de pessoas que ouviam o programa naquele dia, algumas tinham tido experiências terríveis com o Cristianismo; elas talvez tenham ouvido gritos do seu professor em uma escola cristã, tinham sido assediadas por um ministro ou humilhadas por um pai cristão. Para elas o termo Cristianismo significava algo que nenhum cristão que eu conhecia iria defender. Fortalecendo o termo, eu estava apenas as deixando ainda com mais raiva. Eu não faria isso. Aborde dez pessoas na rua e pergunte a elas no que elas pensam quando ouvem a palavra Cristianismo e elas darão a você dez respostas diferentes. Como posso defender um termo que significa dez coisas diferentes para dez pessoas diferentes? Eu disse ao entrevistador do programa de rádio que preferiria falar sobre Jesus e sobre como passei a acreditar que ele existe e que gosta de mim. O entrevistador olhou para mim com lágrimas nos olhos. Quando nós tínhamos terminado, ele me convidou para almoçar.” . Veja tbm Pinguins e Deus I e II Parte do Livro “Como Pinguins me ajudaram a entender Deus” Donald Miller . Veja também A Graça falando no programa do Jô Veja a entrevista inteira aqui com Bill Hybels… “Eu nunca tive problemas com Cristo, mas os cristãos sempre me deram dor de cabeça…” “Ou Jesus era louco ou ele era quem ele disse que era” Mais Além -- Lenine A visão de Krishna na forma universal -- Lenine A visão de Krishna na forma universal -- Lenine Mais Além -- Lenine Composição: Lenine e Rogério Duarte Ó meu senhor de poderosos braços Quando eu te vejo Vishnu onipresente… Deus dos deuses, protetor do mundo Veja aqui uma ponte com esta música
Gosto da cena do filme “Sociedade dos poetas mortos” em que o Sr. Keating, um professor de inglês de uma escola preparatória de elite, pede a seus alunos que arranquem o ensaio “Introdução à poesia” de seus livros de literatura. O ensaísta tinha ensinado à turma um método de classificar poemas em uma escola deslizante, com a utilização de uma grade, dessa forma reduzindo a arte para o coração a uma aritmética para a cabeça. Os alunos olham uns para os outros confusos, enquanto seu professor descarta o ensaio porá acha-lo uma besteira, e ordena que eles arranquem aquelas páginas dos seus livros. Com o estímulo do professor, os alunos então começam a livrar-se daquelas páginas. O Dr. Keating passa pelos corredores com uma lata de lixo e lembra aos alunos que poesia não é álgebra para que seja classificada e m uma escala de um a dez; ele lhes diz que poesias são obras de arte que atingem o fundo do coração para injetar vigor aos homens e para persuadir as mulheres.
. Uma parcela grande demais do nosso tempo é gasta tentando classificar Deus em uma tabela, ao passo que muito pouco tempo é gasto no empenho de permitirmos que nossos corações sintam reverência. Reduzindo a espiritualidade cristã a uma fórmula, nós privamos nossos corações de maravilharem-se. . Quando penso sobre a complexidade da trindade, O Deus três-em-um, minha mente não consegue compreender, mas meu coração se maravilha em enorme satisfação. É como se meu coração, em meio a sua euforia, estivesse dizendo à minha mente: “Há coisa que você não pode entender – e você precisa aprender a conviver com isso. Aliás, você não precisa apenas aprender a conviver com isso, você precisa aprender a gostar disso”. . Quero dizer algo sobre mim que talvez vocês considerem uma fraqueza. Preciso do encanto. Sei que a morte esta vindo. Eu a cheiro no vento, eu a leio nos jornais, a vejo na Tv e nos rostos dos velhos. Preciso do encanto para explicar o que ira acontecer comigo, o que irá acontecer conosco quando isto aqui acabar, quando nosso turno terminar e os filhos dos nossos filhos ainda estiverem na Terra ouvindo sua música rap enlouquecida. Preciso de algo misterioso aconteça depois que eu morrer. Preciso estar em algum outro lugar depois de morrer, em algum lugar com Deus, em algum lugar que não faça sentido se explicado para mim agora. . No final do dia, quando estou deitado na cama e sei que a possibilidade da nossa teologia estar absolutamente certa é de uma em um milhão, preciso saber que Deus pensou nas coisas, que, se minha matemática estiver errada, ainda sim tudo dará certo. E maravilhar-se é experimentar essa sensação que temos quando abandonamos nossas respostas bobas, nossas regras mapeadas que queremos que Deus obedeça. Não acho que haja adoração maio que o deslumbramento. . Veja tbm Pinguins e Deus I Parte do Livro “Como Pinguins me ajudaram a entender Deus” Donald Miller
-Sim. Nós comíamos chocolate, fumávamos cigarro e líamos a Bíblia, que é a única forma de fazer isso,s e vc quer saber. Don, a Bíblia cai muito bem com chocolate. Eu sempre tinha achado que a Bíblia era mais salada, sabe, mas não é. É chocolate. Nós começamos lendo Mateus, e eu achei tudo muito interessante. e eu achei Jesus muito perturbador, muito direto. Ele não era diplomático, mas tive a impressão de que, se eu o conhecesse, ele realmente gostaria de mim. Don, eu não consigo explicar como isso era libertador – entender que, se conhecesse Jesus, ele gostaria de mim. Eu nunca tinha sentido isso com alguns cristãos no rádio. Eu pensei que, se conhecesse aquelas pessoas, elas fariam uma careta para mim. Mas não foi assim com Jesus. Havia pessoas que ele amava e pessoas com as quais ele realmente ficava louco e eu continuava a me identificar com as pessoas que ele amava. E isso era realmente bom, porque todas elas eram partidas – sabe? Todas cansadas da vida, querendo acabar com tudo; ou ainda pessoas desesperadas, pessoas que são párias ou pagãs. Havia outras, pessoas comuns, mas ele não escolhia favoritos, o que é em si miraculoso. E esta, por si só, ja deve ter sido a coisa mais milagrosa que ele fez; ele não demonstrava parcialidade, o que todo ser humano faz.
. Parte do Livro “Como Pinguins me ajudaram a entender Deus” Donald Miller
Acabei de ver uma entrevista do céu.
Foi no programa do Jô. Uma mulher deu à luz uma menina com Síndrome de Down. Quando o pai teve a notícia, pegou o carro e saiu do hospital em disparada. Quase atropelou uma criança, um menino. Olhou bem para ele e viu que o garoto tinha Síndrome de Down. Ficou comovido. Perguntou o que poderia fazer pelo garoto. Qualquer coisa…tão tocado ficara pela “coincidência”. O menino lhe disse que gostaria de estudar música, mas que não podia, visto que todas as escolas o barravam. O pai da menina com Síndrome de Down, e que quase atropelou o menino que padecia da mesma deficiência, justamente quando saía do hospital em desespero pela notícia que tivera acerca do nascimento da filha, era, ele mesmo, professor de música. Levou o menino e ensinou música para ele. De fato, o garoto abriu o entendimento deles para o modo como deveriam e poderiam melhor cuidar da filha. Ambos, pai e mãe, deixaram os seus próprios empregos, passaram a viver de bicos, e concentraram seus esforços no desenvolvimento daquela filha. Enquanto isto, o garoto crescia na música, e se tornava o melhor amigo da menina, que o via como um irmão mais velho. Hoje a mãe ajuda crianças com Síndrome de Down a participarem de competições esportivas. A menina hoje é uma mocinha. Uma graça! Ganhou ouro em patinação no gelo para deficientes, e um monte de outros prêmios. Também dança muito bem. Vai de dança do ventre à dança de salão. É gordinha, e cheia de molejo, graça e leveza. Jô também tem um filho que sofre de deficiência semelhante. Deu pra perceber o quão profundamente afetado ele ficou; mais do que ele gostaria de admitir. Tudo lindo. É a Graça de Deus se derramando sobre os homens. É o amor de Cristos se manifestando. É o povo que só Ele conhece. É lição para todos os ignorantes que pensam que sabem. Caio Veja uma musica do U2 falando sobre a graça retirado de www.caiofabio.com.br |
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