Rosebud ( O verbo e a verba )

Veja que delícia de jogo de palavras

Rosebud
Lenine

Composição: Lenine / Lula Queiroga

Dolores, dólares…

O verbo saiu com os amigos
pra bater um papo na esquina,
A verba pagava as despesas,
porque ela era tudo o que ele tinha.
O verbo não soube explicar depois,
porque foi que a verba sumiu.
Nos braços de outras palavras
o verbo afagou sua mágoa, e dormiu.

O verbo gastou saliva,
de tanto falar pro nada.
A verba era fria e calada,
mas ele sabia, lhe dava valor.
O verbo tentou se matar em silêncio,
e depois quando a verba chegou,
era tarde demais
o cáderver jazia,
a verba caiu aos seus pés a chorar
lágrimas de hipocrisia.

dolores e dólares…
que dolor que me da los dólares
dólares, dólares
que dolor, que dolor que me da

Roberta Sá

Linda e com uma voz dulcíssima, Roberta Sá faz parte da nova geração de cantoras brasileiras. Com seu segundo trabalho, Que belo estranho dia pra se ter alegria Roberta faz um trabalho ao mesmo tempo alegre e de qualidade inquestionável, com parcerias pra lá de especiais com Lula Queiroga, Lenine, Pedro Luiz e a Parede e outros…
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Do primeiro trabalho No Braseiro

Ah se eu vou


No Braseiro com participação especial de Pedro Luiz e a Parede

Do segundo trabalho Que belo estranho dia pra se ter alegria
Fogo e Gazolina com participação especial de Lenine

Samba de Amor e Ódio

Uma música que não esta em nenhum dos dois discos
Dia Branco ,Composição: Geraldo Azevedo/ Renato Rocha

Vídeos
Ah se eu vou

Casa pré fabricada Composição Marcelo Camelo

Caetano Veloso

Dispensa comentários, mas não homenagens e novos intérpretes do seu trabalho.
Aqui Marina Aydar com “Beleza Pura”

Aqui Chicas com “O Quereres”

Ouça aqui também uma versão bem louca desta musica por Maria João

Aqui Sampa, cantado por ele mesmo, com fotos históricas

Mariana Aydar

Mariana Aydar sela boa safra da MPB

RONALDO EVANGELISTA

….Com raízes nas tradições, mas visão moderna, desprovida de anacronismos, tivemos, só nos últimos dois anos, Céu, Roberta Sá e até, um pouco antes, Vanessa da Mata. Agora, prepare-se para Mariana Aydar.
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Aos 26 anos, dona de voz forte e interpretação madura, Aydar acaba de lançar seu álbum de estréia, “Kavita 1″, recheado de arranjos inteligentes, repertório esperto e produção exata. Com cancha de palco de sobra e muitos amigos nos lugares certos, ela tem currículo de impressionar. Filha do músico Mário Manga (das bandas Premê e Música Ligeira) e da famosa produtora Bia Aydar, a cantora paulista já esteve no mesmo palco de gente como Seu Jorge, Elba Ramalho, João Donato, Daniela Mercury e conquistou pequeno culto à frente da banda de forró jovem Caruá.
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Há alguns anos, largou tudo para ficar um pouco sozinha e se encontrar. “Eu já tinha sido procurada por uma grande gravadora, mas não queria fazer uma coisa que não viesse de mim e não sabia ainda o que queria fazer”, conta. “Eu resolvi morar fora, fui passar um tempo em Paris, conheci música do mundo todo e vi que o que eu gostava era de cantar música brasileira, forró, samba. Aí aquilo começou a me empurrar de volta. Pra assumir uma identidade, você tem que amadurecer. Seu som nada mais é do que o que você é na vida.”
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A produção do disco, por conta do descolado BiD e do multiinstrumentista Duani (do conjunto Forroçacana), encontrou Aydar no lugar certo, e o resultado foi a ausência de exageros. Partindo de João Nogueira e Leci Brandão e chegando a João Donato (que participa com piano elétrico, órgão e solo de trombone), Elis Regina e Rodrigo Amarante (Los Hermanos), o disco é exemplar em sua unidade dentro de seleção tão variada.
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“Eu sempre gostei de trabalho de pesquisa, de procurar coisas”, ela explica. “Repertório é uma coisa que sempre me pegou muito, e me juntei ao BiD, pra quem isso também é um ponto importante. Só que eu queria mesclar compositores novos com antigos e botar tudo na mesma panela, ver que é tudo música brasileira.”
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A atual geração da música brasileira é, aliás, preocupação especial para a cantora. Citando elogiosamente muitos nomes (Mombojó, Giana Viscardi, Max de Castro, Céu, Los Hermanos), ela avalia com sabedoria: “É difícil dizer porque ainda tem muita coisa a acontecer, mas me sinto realmente parte de uma geração que está vindo para ficar. Acho que é uma coisa de época, que está acontecendo agora. Vejo muita gente da nossa idade que está vivenciando a música brasileira de novo, mas reinventando tudo à nossa maneira. Não dá pra não ver essa movimentação..”
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Movimentação que inclui ela própria, e que parece se fortalecer cada vez mais. Com lançamentos como esse “Kavita 1″ e cantoras carismáticas como Mariana, a música brasileira encontra fôlego para continuar inovando e mantendo sua qualidade. Prepare-se para lembrar desse momento daqui a 30 anos.
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Confira…
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Maior é Deusde Eduardo Gudin e Paulo César Pinheiro
Eh, maior é Deus
Pequeno sou eu
O que eu tenho foi Deus quem me deu
O que eu dou é o que eu tenho
Foi Deus quem me deu


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Zé do Caroço…de Leci Brandão
E na hora que a televisão brasileira
Distrái toda gente com a sua novela
É que o Zé põe a boca no mundo
Ele faz um discurso profundo
Ele quer ver o bem da favela

Deixa o Verão de Rodrigo Amarante (Los Hermanos)
Enquanto eu fujo você inventou
qualquer desculpa pra gente ficar
E assim a gente nao sai
que esse sofá ta bom demais!
Deixa o verão pra mais tarde…

Site oficial

Céu

ceu.jpg

Uma amiga me deu um CD da Céu de presente, ela disse pra eu escutar com calma… que ela era uma ótima cantora mas que provavelmente nunca ia ser tão famosa quanto uma Maria Rita… Ela acertou quanto a qualidade, mas acho que esta errando na previsão quanto a ser famosa. Confira.

Texto tirado da revista BIZZ

Ecletismo de seu álbum de estréia, que transita entre o samba, o jazz e a música pop internacional, fisgou a crítica especializada.

Céu foi revelada em discos de outros artistas — participou de gravações de Instituto e Nereu Gargalo, entre muitas. Finalmente, a jovem de 25 anos tem um trabalho próprio para defender. E ele está repleto de canções de sua autoria. Preste atenção em sua interpretação de Concrete Jungle. Céu transforma o reggae de Bob Marley em uma bossa nova modernizada. A levada morosa combina com seu canto tipicamente cool. Os maneirismos e a afetação ela deixa para a concorrência.

O que já se disse:

“Céu, o disco, que foi lançado na França antes do Brasil, usa a voz calorosa, cirúrgica e levemente rouca da cantora para costurar um repertório quase todo autoral, que vai do jazz Véu da Noite até João Bosco (O Ronco da Cuíca), passando por uma delicada versão de Concrete Jungle, de Bob Marley. Tudo amarrado por um tom que une filigranas eletrônicas, percussão humana e muita melodia.” (Ricardo Alexandre na revista BIZZ)

Confira um video com pedaços da apresentação de Céu no programa ensaio da Cultura

Outras falas…

“CéU amplia o horizonte da nova e moderna MPB.”
Folha de São Paulo -- 17/11/05

“CéU é a revelação da música brasileira de 2005.”
Jornal do Brasil -- 10/01/06

“CéU foi um dos destaques de 2005. O ecletismo de seu álbum de estréia, que transita entre o samba, o jazz e a música pop internacional, fisgou a critica especializada.”
Revista Bravo! -- Janeiro/06

“CéU se afirma como revelação trazendo originalidade ao terreno populoso das jovens cantoras brasileiras.”
O Globo -- 09/01/06

“CéU é o futuro da MPB -- Caetano Veloso”
Jornal do Brasil -- 12/01/06

“CéU, cantora paulista, apontada como “promessa brasileira” na França, lança CD de estréia, cheia de ginga e elegância.”
Estado de São Paulo -- 17/01/05

“CéU, uma nova estrela no firmamento.”
Estado de São Paulo -- 11/07/05

“A cantora CéU, promessa de revelação da MPB.”
Folha de São Paulo -- 8/02/06

“CéU, a nova voz do Brasil.”
Libération -- 16/08/05 -- França

“Leve como uma flor, a linda brasileira CéU realiza com seu primeiro CD uma impressionante rota sonora entre São Paulo, New York e Paris.”
Le Monde de la Musique -- Novembro/05 -- França

“CéU suinga tranquilamente com o romantismo e a poesia necessária. CéU é uma futura estrela.”
Figaroscope -- 28/09/05 -- França

“Com apenas 24 anos, CéU faz uma maravilhosa entrada no mundo musical. Com seu primeiro disco ela se põe no caminho da glória. O futuro da música sul-americana está assegurado.”
Pariscope -- 12/10/05 -- França

“CéU é uma das melhores promessas do Brasil. Ela consegue misturar a bossa nova clássica com o novo som de Hip-Hop. Imperdível!”
Le Point -- 13/10/2005 -- França

“Nova revelação da música e um dos best-sellers do verão, o nome CéU se propaga como o vento por toda a França.”
France Soir -- 27/08/05 -- França

“CéU, uma nova voz encantadora misturando samba, soul e eletrônico.”
Telerama -- 10/08/05 -- França

“CéU delimita suas referências musicais (soul, afrobeat, electro-jazz) com classe e uma voz de uma textura incrível.”
Vibrations -- Setembro/05 -- França

“CéU, com seus 24 anos de idade, ultrapassa todas as Bebel Gilberto do Brasil.”
La Presse -- 18/02/06 -- Canada

“CéU propõe um electro-jazz híbrido incorporando elementos de soul, afrobeat e samba. Uma excelente nova artista para estourar rapidamente.”
Journal de Montreal -- Março/06 -- Canada

“A cidade de Montreal se apaixonou por uma nova cantora de nome CéU. O seu primeiro CD é um miraculoso sucesso encantador.”
L’actualité -- 24/03/06 -- Canada

“Um disco que mistura estilos musicais para fazer uma bem sucedida fusão que conquista seu lugar na atual paisagem da música brasileira.”
Revue Archambault -- Fevereiro/06 -- Canada

“Uma primeira produção de grande refinamento. Um disco excepcional.”
Chronicas Radio Canada -- 17/02/06 -- Canada